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ANAMOLA denuncia violência política em Luabo e exige responsabilização após o assassinato bárbaro de dois coordenadores

 

Em comunicado, a formação política aponta como principais suspeitos alegados membros da Unidade de Intervenção Rápida (UIR), circunstância que, segundo o ANAMOLA, agrava a gravidade do caso e levanta sérias preocupações sobre a actuação das forças de segurança em contextos de disputa política.

O Secretário-Geral do partido, Messias Uarreno manifestou profunda inquietação com as mortes, afirmando que a paciência da organização está a ser colocada à prova. Nesse sentido, apelou aos membros e simpatizantes para estarem atentos e supervisionem a presença de agentes da UIR nos seus bairros, um posicionamento que revela o clima de desconfiança instalado após os acontecimentos.

Paralelamente, a direcção do ANAMOLA anunciou ter submetido uma queixa-crime à Procuradoria-Geral da República, exigindo a abertura de uma investigação célere, imparcial e transparente que permita o esclarecimento dos factos e a responsabilização dos autores materiais e morais do crime.

O caso reacende o debate sobre a segurança dos actores políticos ao nível local e o papel das forças de defesa e segurança na preservação da ordem pública, sobretudo em períodos de tensão política. Até ao momento, as autoridades competentes ainda não se pronunciaram publicamente sobre as acusações avançadas pelo partido. (Nando Mabica)

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